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Controle de estoque para tattoo que sobrevive à rotina do estúdio

Estoque de estúdio não é estoque de loja. O que precisa ser controlado tem lote, validade e dono — e o momento de dar baixa é o atendimento, não uma planilha aberta no fim do dia.

01

Saldo por lote, não por nome do produto

Dois potes do mesmo preto têm custos e validades diferentes. Uma quantidade só apaga justamente o que interessa.

  • Entrada por lote, com custo de compra daquele lote
  • Saída pelo lote mais antigo, que é o que evita vencer material parado no fundo
  • Custo médio existe como relatório, e não como campo que alguém edita
  • Saldo por variação do item, lote, local e dono
02

Você compra antes de faltar e usa antes de vencer

Tinta vencida no pote é dinheiro perdido e é problema sanitário. O alerta chega antes da data.

  • Alerta de validade próxima, por lote
  • Alerta de saldo abaixo do mínimo definido por item
  • Lote vencido separado do saldo utilizável
03

Ninguém precisa lembrar de dar baixa depois

O consumo é anotado no próprio atendimento: o que saiu, de qual lote. O mesmo registro serve para o custo e para saber depois o que foi usado.

  • Consumo registrado junto ao atendimento que o gerou
  • Kit de serviço para o material previsto já vir sugerido
04

O estoque do profissional é dele

Cada tatuador compra a própria tinta. Os saldos ficam separados, e passar item de um para o outro é movimento registrado.

  • Saldo do estúdio e saldo de cada profissional, lado a lado
  • Transferência entre eles como movimento com origem, destino e responsável
  • Consumo do atendimento sai do dono correto do item
05

Custo congelado na venda

Reajuste de fornecedor em março não mexe na margem de uma venda de janeiro. O histórico para de se reescrever sozinho.

  • Custo do lote gravado na linha da venda
  • Margem do passado estável mesmo depois de reajuste de fornecedor
  • Comissão sobre venda de produto podendo considerar a categoria do item
06

A contagem congela o esperado antes de você contar

Abrir, contar, conferir, fechar. A venda feita no balcão durante a contagem não inventa diferença onde não houve erro.

  • O saldo esperado é congelado na abertura e não muda mais enquanto a contagem corre
  • Diferença apurada item por item, com o contado ao lado do esperado
  • O ajuste entra como movimento de acerto, com o motivo, e nunca como alguém reescrevendo o saldo
  • Contagem por unidade de armazenagem, para conferir uma gaveta sem travar a loja

Categorias

O que costuma entrar no cadastro

Cada categoria tem atributos próprios, porque cadastrar tinta com os mesmos campos de uma caixa de luva não ajuda ninguém a achar nada.

  • Tinta e pigmento

    Cor, linha, volume, validade e lote do fabricante

  • Agulha e cartucho

    Configuração, diâmetro, taper e quantidade por caixa

  • Descartável

    Luva, filme, barreira, batoque, ponteira, lâmina

  • Higiene e preparo

    Sabonete, antisséptico, pomada, papel-toalha

  • Joia

    Material, calibre, medida, rosca e acabamento

  • Uso do estúdio

    Limpeza, recepção, embalagem e material de escritório

Dúvidas

Sobre este assunto

Preciso cadastrar tudo antes de começar?

Não. Comece pelo que dói: tinta, cartucho e joia. Descartável de baixo valor pode entrar depois, ou ficar de fora e ser tratado como despesa direta.

Dá para usar leitor de código de barras?

Dá. Cada item guarda o código de barras, e um leitor comum funciona como teclado: a busca da venda, a do catálogo e a do material do atendimento acham pelo código.

Como fica quando o profissional leva o material embora?

Se o item é dele, o saldo já está no nome dele desde a entrada. Se era do estúdio, a saída é uma transferência registrada — e fica claro o que foi para onde.

O sistema calcula quanto de tinta usei por tatuagem?

Ele guarda o que você lançou como consumo naquele atendimento, com lote e custo — e é esse número que entra na sua margem.